Category Archives: Coisas de diiirce

Delícia do dia: Bolo de Maçã Invertido

Delícia do dia: Bolo de Maçã Invertido

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Essa receita já foi postada há mais de um ano, mas é um dos grande suuuuceeeessos do blog. Vale a atualização.

Se tem uma coisa que eu gosto de fazer é preparar o lanche da tarde para receber gente querida em casa. Faço pão, bolo, geleia, patê, café, suco… Mesa colonial! Depois entro em desespero ao subir na balança.

A receita de hoje é fácil e deliciosa. E diiirce que é diiirce, bate o bolo na mão!

 

 

 

Como diria Palmirinha, “Anota aí, amiguinha, que é tudo de bom!”.

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Passo 1 do créu: Fundo da forma

Numa panela, derreta 1 xícara e meia de açúcar, 1 colher de sopa de mel e 1 colher de sopa de água. Faça uma calda até ficar com cor de chazinho, mais claro que caramelo. Espalhe bem esta calda no fundo de numa forma de 25x30cm ou redonda de 24cm. Corte 2 maçãs em fatias (eu deixei com casca e tudo) e espalhe bem bonitinho sobre a calda. Salpique um pouco de canela por cima e reserve. Acenda o forno a 180º.

 Passo 2 do créu: A massa

Numa tigela vá batendo os ingredientes abaixo na ordem.

  • 4 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1/2 xícara de óleo (não vai me por azeite achando q vai ficar saudável!)
  • 1 xícara de suco de laranja (refresco de saquinho não vale, de resto pode)
  • 1 colher de chá de essência de baunilha ou raspas de meia fava
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 3 xícaras de farinha de trigo peneirada

Despeje a massa na forma, sobre as maçãs carameladas. Leve ao forno preaquecido por mais ou menos 35 minutos, ou até o bolo ficar “dourado ai que delícia vontade de comer a forma toda antes de as crianças chegarem da escola” e sua casa ganhar o odor de “Gleid perfume de o vizinho logo mais arruma uma desculpa para tocar a campainha”.

Passo 3 do créu: A invertidabolo2

Desligue o forno e conte 10 minutos (aproveite para ler uns posts mais antigos aqui do blog). Deixe o bolo lá dentro. Pegue seu pirex lascado sua bandeja de prata mais linda e vire o bolo ainda quente. Se você deixar esfriar muito, o caramelo vai grudar, o bolo vai quebrar e você vai querer se matar. E se você não der os 10 minutinhos e virar o bolo pelando, a calda pode escorrer quente no seu braço, o bolo também pode se quebrar, e o risco de suicídio após este ocorrido também é alto. Seja forte e aguarde o bolo esfriar para comer. (Este último passo, eu nunca consigo seguir)

Passo 4 do créu: A degustação

Sente-se e coma o bolo. Seja cortês e ofereça para as visitas. É difícil dividir, dá vontade de comer sozinho, mas pense nos elogios: é elevação de auto-estima sem o flagelo da culpa. Vai por mim! E se perguntarem que receita é essa, diga: Foi a diiirce que me ensinou!

E quando enjoar, troque a maçã por banana, pêra, abacaxi em calda, figo, goiaba…

Quanto tempo vc gasta na faxina?

Quanto tempo vc gasta na faxina?

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Uma pesquisa divulgada num evento da Unilever, aponta que a mulher gasta cerca de 10 anos nos cuidados com a casa. Fazendo uma conta por cima, no auge dos meus 33 anos, com 12 anos de casada, devo ter gastado apenas 2 deles.

* pausa para o coquetel de rivotril, fluoxetina e sertralina *

Respira, volta para si, que há mais 8 anos de limpeza pela frente!

Afinal de contas, se você é uma mulher brasileira, que cuida da casa, você deve ter consciência dos problemas de sujeira no seu lar, e uma certa obsessão por limpeza. Ainda mais quem não conta com a ajuda da faxineura, e faz tudo sozinha, já que cuidar da casa é um trabalho ingrato contínuo.

E não basta estar tudo limpo: é preciso deixar a casa brilhante, desinfetada e perfumada. Existe sensação melhor do que tomar um banho e se jogar no sofá só para sentir o cheirinho e admirar a casa arrumada? Tá, existe, mas esse é um dos pequenos prazeres da vida doméstica.

Além disso, dividimos a limpeza em dois tipos: os cuidados diários e a faxina pesada. Para tal, criamos coquetéis de produtos. Apesar de ser extremamente perigoso misturar produtos de limpeza (principalmente os à base de cloro), a dona de casa faz isso buscando potencializar os resultados. Não contem para ninguém, mas eu mesma sou fã da mistura álcool, água e amaciante, tanto para passar roupas, como para tirar o pó do chão.

Tanto as misturas quanto utensílios e esforço físico (para quê academia?) servem para compensar a falta de eficácia de alguns produtos. É difícil encontrar no mercado um produto que remova a sujeira facilmente, desinfete, deixe perfumado, não acabe com as mãos e que caiba no bolso. E se pararmos para pensar na questão da sustentabilidade, aí é que a vaca vai para o brejo de vez, já que o consumidor brasileiro comum não parece associar sustentabilidade à limpeza.

Assim, vamos gastando nossa renda com a água sanitária, o desinfetante, o detergente e o limpador multiuso, nesta ordem, seguido pelos demais produtos de limpeza, como aponta a pesquisa da Unilever.

piaEmbora achamos que o banheiro é o lugar mais sujo da casa, infelizmente, é a cozinha que lidera o ranking dos focos de bactérias, mais precisamente a pia. Aliás, existem objetos do nosso dia-a-dia bem mais sujos que o vaso sanitário, como o teclado do seu computador!

Mas se pensamos que dentro de casa estamos protegidos dos vírus e bactérias, tamanha é nossa surpresa ao saber que é dentro de nosso próprio lar que moram os grandes perigos da intoxicação alimentar. Ninguém come comida sabendo que está estragada, mas nossas mancadas estão em deixar comida mais de 2 horas sem refrigeração, deixar ovos na porta da geladeira, consumir alimentos vencidos e achar normal a presença de formigas na cozinha (barata é nojento, mas experimenta deixar uma barata morta no chão da cozinha. Quem come a cucaracha, hein?). É importante lembrar que as bactérias que geram doenças não alteram as características do alimento, não mudam sua aparência, seu cheiro, seu sabor. E as bactérias que “estragam” comida não causam doenças, pois queijos, iogurtes, salame, pão, nada mais são do que alimentos estragados por bactérias!

E quem não se identifica com nada do que eu disse, que atire o primeiro pano de chão, a vassoura, o balde, o rodo! E depois junta tudo, porque eu sou uma só para arrumar essa bagunça!!!

 

Mudando de assunto, hoje é o último dia para se inscrever no sorteio da Arte Surpresa. Corre que ainda dá tempo!

Mimetismo na hora da faxina

Mimetismo na hora da faxina

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E eu vivia muito bem sem ajudante. Mesmo antes da PEC das domésticas.

Até que não estava mais dando conta de vidros, azulejos e duas crianças (e roupas, e comida, e marido, e blog, e quintal, e ir ao banheiro). Tive que dar o braço a torcer e aceitar a diarista da sogra de quinze em quinze dias só para fazer o “serviço mais pesado”.

Na primeira vez, ela demorou bastante, como toda primeira faxina. Normal mamãe passou açúcar em mim.

Na segunda vez, ela demorou mais ainda. Chegou a me deixar irritada, de tanta lerdeza. Entretanto, ela ia fazendo o serviço direitinho (chegou a limpar a escada com buchinha! E eu, me achando a madrasta da Cinderela, pedi p ela só passar um pano).

Já estava decidida a dispensar a moça, até que comecei a reparar mais nela: ela quase não fala, e quando fala, mal se entende. Ao comer, tive a impressão de que ela tinha 20 dedos em cada mão, tamanha dificuldade ao se utilizar os talheres.

Se essa moça não conseguir um emprego como diarista, ela não terá chance nenhuma! Creio que nem como gari, já que é preciso passar em concurso. E longe de mim um discurso escravagista ou de disputa de classes! A questão na verdade é filosófico-social.

Então, lembrei-me de Macabéa, de A hora da estrela. Aquela nordestina imigrante, que trabalhava à exaustão, que não tinha consciência de sua existência, mas queria ser estrela de cinema. Ignorante e alienada, de informação e de emoções.

Juro que me vi nas páginas de Clarice Lispector: um pouco como o patrão que despede Macabéa, um pouco como a própria.

Aquela que busca se realizar, mas que não tem noção do que é ser, de onde está, aonde quer chegar. Simplesmente é.

Se tivesse a tolice de se perguntar “quem sou eu” cairia estatelada no chão (…) Só uma vez se fez uma trágica pergunta: quem sou eu. Assustou-se tanto que parou completamente de pensar. (…) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro. Daí não se sentir infeliz. A única coisa que queria era viver. Não, sabia para quê, não se indagava. (…) Sua vida era uma longa meditação sobre o nada. Só que precisava dos outros para crer em si mesma, senão se perderia nos sucessivos e redondos vácuos que havia nela. (…) Encontrar-se consigo própria era um bem que até então ela não conhecia.(…)

 

O filme é antigo e não chega aos pés da riqueza da leitura original, mas quebra um galho pro enredo

 

Se você só leu Clarice Lispector nas frases do Facebook, recomendo a leitura.

Moral da história: como Seu Raimundo, não dispensei a moça por dó. Como Rodrigo S. M., vou narrando na minha onipresença. Como Macabéa, espero não realizar meu sonho apenas na hora em que morrer.

E divaguei faxinando… Quem nunca?

 

Um balde de esperança – vida de empreguete

Um balde de esperança – vida de empreguete

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A revolução feminista já era. Voltamos ao batente doméstico.

As empregadas domésticas estão em extinção, assim como diversas outras profissões servis.

A mulher que batalhou por direitos iguais, pelo mercado de trabalho, pela emancipação feminina, hoje encontra no próprio gênero uma dificuldade para seguir com seus planos. Para se tornar uma profissional de sucesso, uma mãe inteiramente dedicada aos filhos, era preciso poder contar com os serviços de uma outra mulher, geralmente menos favorecida financeira e intelectualmente.

Só que essa outra mulher que se submetia aos serviços de faxina, trabalhando como empregada doméstica ou diarista, também buscou seu lugar ao sol.

Talvez a culpa seja de uma novela do Plim-Plim, talvez seja apenas reflexo da evolução da sociedade. A questão agora é que as faxineiras preferiram se tornar atendentes de telemarketing, recepcionistas, assistentes administrativos, ainda que ganhem metade do que ganhariam com o trabalho de faxineira.

O ego das pessoas fala mais alto do que o dinheiro: é preferível ganhar menos e ter carteira assinada e trabalhar numa firma do que limpar e cuidar da casa de um terceiro. A conotação é escravagista, é preconceituosa.

Do outro lado da corda, mulheres qe buscam alguém que as auxiliem nos serviços da casa, como um profissional qualquer. Não queremos amas, nem vassalos. Queremos prestadores de serviços.

Elas clamam por direitos, nós, por deveres.

Ora, se querem cobrar mais pela faxina, demonstrem qualificação.

Se vão fazer restrições para trabalhar, nós também temos exigências. E assim, a extinção se dá.

Mais uma vez tomei bota de faxineUra – a do cartão. Nosso relacionamento ia completar um ano, mas ela foi embora.

Outra pessoa já veio fazer um teste. Dentre outras coisas, deixou a pia da cozinha suja e com lixo. Bebeu um copo de água antes de sair e largou nessa pia.

E sigo com a saga! Onde foram parar as tias Anastácias? As Penhas?

A tendência agora é fazer como a milionária chinesa: faxinar para dar o exemplo de valor aos filhos.

Pais unidos – economizando na hora de comprar o material escolar

Pais unidos – economizando na hora de comprar o material escolar

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A educação dos filhos começa em casa. Cejura!?

E aquele comportamento de cooperativismo que se deseja dos filhos tem que começar com a gente.

Pare para pensar em como conhecer os pais dos amigos de seu filho pode te ajudar a economizar na hora de comprar os materiais escolares.

Vou contar minha experiência:

Nas primeiras reuniões escolares já trocamos e-mails. Por meio deles combinamos alguns encontrinhos fora da escola. Essas reuniõezinhas serviam para conversarmos sobre o desenvolvimento dos pequenos, comentarmos sobre a escola, trocarmos dicas e deixarmos as criançada se divertir.

Mas nunca era possível reunir todo mundo nas festinhas, nem todo mundo se encontrava na porta da escola. Então criamos um grupo no Facebook. Lá publicamos as fotos da turma, contamos as gracinhas deles, comentamos e nos ajudamos com os projetos e lições de casa, damos dicas de passeios pelos arredores. É um espaço bem produtivo.

Além disso, na porta da escola, converso com as mães e os pais das outras turmas. Puxo assunto e vou papeando até o pequeno chegar. É uma forma de se saber as diferenças de cada perfil, como trabalham as professoras e como os alunos se relacionam.

Tá, mas cadê a vantagem financeira nisso tudo?

Tendo um relacionamento legal com os pais dos amiguinhos é possível se reunir para comprar o material escolar de uma só vez e baratear o custo. Uma pessoa pode ser a responsável por comprar todo o material. Compra no atacado, consegue um decontão e repassa valores menores para os outros.

Outra opção é o pessoal ir dando dicas de onde encontrou os itens mais baratos. Já ajuda bastante na hora de fazer a compra.

E se na escola o uniforme é obrigatório, uma boa ideia é conversar com as mães de outras turmas para se passar adiante o uniforme que não cabe mais. Na escola do pequeno existe até um bazar: você pode deixar os uniformes de seu filho e escolher outros que foram doados.

Faz bem pro bolso, e a criança fica toda feliz que está usando o uniforme que era de outro amigo.

E isso vale para uniforme e material.

De repente seu filho enjoou do estojo de homem-aranha. Que tal trocar com o estojo de Ben 10 do colega?

Esse tipo de atitude ensina para as crianças o verdadeiro valor do amigo, do cooperativismo, e leva-o a crescer num mundinho menos consumista.

E se os pais da turminha não se comunicam, tome as rédeas! Imprima recadinhos e peça para a prô colocar na agenda da molecada. Experiência própria! Smiley piscando

Compra coletiva, dica de compra, troca de material, repasse de uniforme = moedas no porquinho!

Tem mais dicas? Compartilhe aqui nos comentários!

 

O segredo da papinha – receitas para bebês

O segredo da papinha – receitas para bebês

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Havia vida antes do menino ser picky-eater. E eu era boa em fazer papinhas. Daquelas que a gente fica secando pro bebê perder a fome e para se poder comer o resto.

E como não sei seguir receita, eu vou fazendo… Seguindo apenas um padrão de proporções que deixam o prato cof-cof equilibrado e com muito conservante: conservam a boa saúde e o crescimento dos pequeninos. Smiley mostrando a língua

Como diria, Palmirinha, anota aí, amiguinha:

1 porção de carne

1 porção de carboidrato

1 porção de legume/grão

1 porção de verdura

Tempero à vontade

 

Agora é só colocar o chápeu de chef, usar a criatividade e o bom senso do paladar, aplicar aquela tal de análise combinatória e ir criando novas opções.

E assim vou ensinando sobre gostos e sabores, até o dia em que o mundo alimentar se resume a macarrão com manteiga. Smiley mostrando a língua

Então vamos às variações:

carnes

músculo, acém, patinho, lagarto, filé mignon, peito de frango, pescada, fígado de boi, ovo – moídos ou cortados bem miudinhos.

carboidratos

batata, mandioca, batata-baroa, arroz, fubá, macarrão, semolina, batata-doce, aveia, cevadinha, cará, inhame.

legumes e grãos

cenoura, tomate, feijão, feijão-branco, lentilha, grão-de-bico, soja, milho, ervilha, abóbora, abobrinha, beterraba, chuchu, vagem, rabanete, alcachofra, nabo, quiabo, berinjela.

verduras

brócolis, espinafre, acelga, repolho, almeirão, alface, rúcula, agrião, couve, couve-flor, escarola, cambuquinha, mostarda, catalonia, chicória.

temperos

cebola, alho, cebolinha, salsinha, aipo, erva-doce, manjericão, alecrim, louro, cominho, manjerona, orégano, azeite extra-virgem, óleo de girassol, óleo de canola

 

Daí é só cozinhar os ingredientes principais até ficarem bem molinhos (não uso pressão). Nos últimos 5 minutinhos adicionar a verdura, e só depois de pronto, mas ainda quente, adicionar o óleo. Amasse bem, espalhe pitadas generosas de amor e pronto!

Se o bebê comer tudo e fizer cara de choro quando você mostrar o prato vazio, é sinal que deu certo.

Travas e protetores para filhos não embalados em plástico-bolha

Travas e protetores para filhos não embalados em plástico-bolha

Artigo patrocinado por 577536_246622092114636_1970728278_n

Durante a semana #casasegura, falei bastante sobre a importância de se prevenir acidentes em casa com as crianças.

Lembro-me que com o primeiro filho não precisei colocar tantas travas pela casa, afinal de contas tinha um olho no peixe e outro no gato. Agora, com a pequenina se arrastando pela casa e se segurando nos móveis para se levantar, dois olhos são poucos, pois é preciso um olho no peixe, um no gato e outro na gata.

Assim, testei alguns apetrechos da linha Joy da Ordene:

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Proteção de quina: As leis da física já relataram que massas de cabeças infantis são proporcionalmente atraídas à angulação da quina mais próxima. Resumindo: se o móvel tem quina, a criança um dia vai bater o cuco nela. Essa proteção de silicone vem com adesivos dupla-face e fixa-se bem aos móveis.

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Protetores de espuma: Achei bem legal esses protetores de espuma. São macios e fixam-se com adesivos a móveis e paredes. Diferente dos de silicones, que são mais rígidos, esses protetores são macios e amortecem bem as indesejadas pancadas.

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Proteção de tomada: Além dos protetores tradicionais, existem esses para as tomadas novas. Apesar de eu não conseguir testar, já que o sistema aqui de casa é o antigo, achei bem legal, pois a peça entra no buraco da tomada e tampa mesmo. Lembro-me que com o menino parei de colocar a proteção, porque ele sempre tentava tirar, e se não tinha nada, ele nem ligava para a tomada. Com esta proteção, a tomada fica literalmente vedada. E para retirar, tem uma chavinha.

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Trava de armário: achei a trava mais prática de todas. É só apertar um botão que ela folga e destrava. Mas o tamanho dela não alcançou os puxadores da cozinha. Usei no armário da sala, assim não terei mais fotos e DVDs espalhados pelo chão.

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Travas de armário e de vaso sanitário: ainda não utilizei, mas vi que são travas bem firmes. Fixam-se por adesivos. A de armário é forte e flexível, ideal para aqueles armários e gavetas que a gente não usa muito, mais que a criançada adora fuçar. E a do vaso impede que os pequenos desfrutem a água da privada para lazer (!).

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Termômetro digital: se a mamãe ainda não comprou o termômetro da banheirinha, recomendo este. É digital e avisa se a temperatura da água está acima dos 38º. Se você acionar o termômetro fora da água, ele mede a temperatura ambiente. Eu, aloka da meteorologia, amei! E a pequena amou seu companheiro de banho!

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Trava de porta: Aqui tem uma mãozinha querendo brincar de fechar a porta, mas com este protetor, seus dedinhos estão a salvo. O apetrecho trava a porta aberta ou semi-aberta. Recomendo até para que não tem crianças e deseja apenas deixar a porta entreaberta sem que ela bata.

Além desses produtos que eu testei, a Ordene tem uma linha completa de travas e proteções disponível no mercado, além de utensílios para a hora da refeição dos pequenos. Isso sem contar as outras linhas com produtos para organizar nossa casa. E eles vendem pelo telefone. As neuróticas por arrumação pira!

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Sorteio: cadeirinha Savile Max Infanti

Sorteio: cadeirinha Savile Max Infanti

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Passando para dizer que faltam menos de 24 para o mundo acabar rolar o sorteio de uma Savile Max da Infanti.

Para participar é moleza:

Fazer sua inscrição aqui e compartilhar a imagem do sorteio.

Aproveite e curta as fan pages da diiirce e da Infanti!

Amanhã volto com o resultado, se o mundo não acabar.

E, a propósito, NUNCA saia de carro sem colocar as crianças no assento adequado. Não é só porque é lei não, é por questão de segurança. Até mesmo para distâncias curtas, pois muitos acidentes ocorreram nas proximidades de casa.

Pense nisso!

Uma dica e uma receita

Uma dica e uma receita

Aaaah, o espírito natalino! Esse que deixa todo mundo generoso. Esse que consome: seja nossas finanças, seja nossas horas, seja os dois.

Eu estou vivendo a loucura do primeiro Natal com dois filhos.

Sair sozinha com eles é um safári: bolsa com mil tralhas, carrinho, sacola de compras, chave, dá a mão para um, pega outro no colo, cadê o celular? Nessas horas um multiplicador de olhos e braços seria deveras oportuno.

E agora, além dos afazeres triviais, tenho que fazer papinha. (leia-se o tenha que não como uma obrigação, mas como um prazer)

A dica é sobre ela. Porque a gente tem sempre que por um pedaço de carne na papinha (vegans, não me julguem!). Daí que vc só lembra disso quando tem uma peça congelada, a geladeira está vazia e não é uma hora oportuna para se ir ao açougue.

Então já deixo tudo à mão para as horas de emergência: cubinhos congelados.

IMG_2310IMG_2309Corto a carne, o frango, o peixe, o que for, em cubinhos, disponho numa bandeja e levo para congelar. Depois que congelaram, eu tiro da bandeja e guardo num saquinho. Assim, quando não tiver carne à mão para a hora da papinha, é só colocar uns cubinhos. Tcharãn! (tá, não descobri a América, mas tenho certeza de que tem gente que não sabia dessa!) Porque se você leva ao freezer a carne picada, ela congela num bloco só, e não te ajuda em nada.

Aproveitando, vou colocar aqui uma receita de papinha de bebê que, convenhamos, dá uma excelente refeição para qualquer adulto.

IMG_2313 Papinha de Abóbora com carne

  • 150g de carne vermelha (eu usei lagarto, mas pode ser músculo, coxão, acém…)
  • 2 xícaras de abóbora (eu usei cabotiã, a da casca verde escura e rugosa)
  • 1 batata média
  • 1/2 cebola média em rodela
  • 1 colher de sopa de cebolinha
  • 1 dente de alho esmagado
  • 1/2 xícara de espinafre
  • Óleo de canola
  • 800ml de água

Numa panela, forre o fundo com a cebola e o alho, cubra com a carne picada. Coloque a batata, a abóbora e, por último o espinafre e a cebolinha. Coloque os 800ml de água, ou até cobrir os ingredientes. Leve ao fogo baixo por uns 40 minutos, semi-tampado. Depois é só esmagar ou processar e servir com um fio de óleo e salgar a gosto.

Quem mais aprova o quitute pueril?

—> Já está participando do sorteio de uma cadeirinha de carro da Infanti? Corre que ainda dá tempo!

Desfez-se a amarração

Desfez-se a amarração

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Receita é um negócio meio assim, meio fórmula, meio poção, meio feitiço.

Você segue as instruções à risca, mas sempre dá aquele toque seu, põe sua assinatura no quitute. Uma pitada, uma decoração, um tiquinho a mais de manteiga, uma cobertura caprichada.

Assim como todo feitiço, tem aqueles que não dão certo, não surtem o efeito, não trazem de volta a pessoa amada em três dias úteis.

Era assim com o bolo de cenoura.

Tipo maldição de família.

Meu bolos de cenoura sempre encruam. Ficam lindos no forno, crescem e se inflam, douram. Depois murcham e enrijecem.

Minha mãe nunca acertou um bolo de cenoura. Só os de caixinha.

Minha avó paterna (repare que a praga vem dos dois lados – mãe e pai) separava todos os ingredientes e pedia para a empregada bater o bolo. Se ela ousasse mexer na massa antes de assar, o bolo embatumava.

Minha irmã, uma vez, deixou o copo do iquidificador se abrir sem querer, e a massa se espalhou pela pia. Ela não ia jogar fora trabalho, ingredientes e perseverança. Foi a única vez em que o bolo de cenoura cresceu. E não me venha com explicações, porque ela faz bolo como profissão. Mas o de cenoura…

Eu tentei diversas receitas. Muitas.

Cansei de comer bolo encruado.

Faço as mais deliciosas coberturas para salvar um bolo malogrado.

 

fotoEntão veio a Rita e sua panelinha. Ensinou-me um bolo simples de cenoura.

Nem precisei recitar o “mangalô, pé-de-pato, três vezes”.

O bolo cresceu, inundou a casa com seu perfume de bolo. Esfriou e permaneceu na mesma altura. Ficou fofinho até o fim, como diria meu primogênito.

Repeti a receita. O mesmo sucesso.

A Rita nem imagina o poder do seu feitiço de cenoura, capaz de quebrar a maldição hereditária.

Sei lá se foi a receita, se foram as medidas, a mandinga, a boa vontade, ou se é coisa de alguma entidade xamanística gastronômica. A verdade é que divido minha vida culinária entre antes e depois do bolo de cenoura.

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