Category Archives: Amenidades

Presente Surpresa!

Presente Surpresa!

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 menino

Vira e mexe, me dá a louca e eu invento umas atividades com meu menino.

Já fizemos navio pirata, já criamos um leão, uma fazenda, uma vaca, e tantas outras coisas, tirando as que não dão muito certo, mas que valem pela diversão.

São horas, às vezes dias, outras vezes são poucos minutinhos mesmo, trabalhando com texturas, cheiros, cores. Vivendo desafios, derrubando tinta, se sujando… Construindo lembranças de momentos que farão a diferença lá na frente.

Ao fazer essas “artes” com a molecada, lhes ensinamos sobre superar desafios, ser criativos, rir dos problemas, valorizar o ser e não o ter. As crianças adoram brincar com suas criações – ainda que frágeis a suas mãozinhas descoordenadas -, e precisam produzir para se sentirem seguras e amadas, capazes e autônomas. Sem contar as habilidades motoras, o desenvolvimento cognitivo, e blablablá.

Falo como mãe e psicopedagoga.

Mas nem sempre a gente sabe por onde começar, o que fazer.

E essa é a dica que eu publico hoje.

Recebi da Arte Surpresa uma caixa. E fiquei surpresa de verdade com o conteúdo.

Não foram só peças e materias para dois projetinhos. Dentro da caixa, vieram momentos em que pude dar uma atenção especial ao meu gatinho, em tempos de irmã caçula fazendo suas gracinhas. Momentos de farra, de confiança e incentivo.

Ah! Vocês vão entender. Porque o pessoal da Arte Surpresa vai dar uma caixa para um leitor do diiirce [som da galera gritando e aplaudindo].

É uma caixa com instruções para projetos, com o material cuidadosamente separado e embalado. É abrir e curtir a brincadeira! E ainda dá para assinar e receber uma caixa surpresa todo mês!

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Inscritas no sorteio:

  1. thais scavassa
  2. Fabiana Deziderio
  3. monica dias
  4. Alessandra Carneiro
  5. Fabiana Coltri
  6. Katia lucia
  7. Tatiana Junqueira Blois
  8. Milena Ortolan
  9. Eliane Otani
  10. Elaine Aparecida Pimenta
  11. Eliana de A. Ferreira
  12. Vivian Cristina Vidal Tresmondi
  13. Grazielle Monteiro
  14. Idamary Vieira
  15. paula lacurte
  16. Gessica Abel
  17. Marcela Arena
  18. Cassia Minko
  19. Aydana Pires
  20. Thaiz
  21. Paula Lelis Souza
  22. Fernanda do Prado Osti Terossi
  23. Camila Delagatti
  24. Margarita Ramirez
  25. Ana Karina Silva Fagundes
  26. Cibele Valle Guimarães
  27. Andréia Marcon
  28. Patricya Oliveira
  29. Rafaela Lemes Justos Machado
  30. Ana Scharf
  31. Ayla Farias
  32. Suelen Souza
  33. Juliana Benevides
  34. CASSIA LIMA
  35. Juliana Both Moreira
  36. stela maris baldissera
  37. Gislene Nogueira Gomes Matias
  38. Paula
  39. Betania Araújo
  40. thayse
  41. Cintia Grininger
  42. Suzana Emanuelle
  43. Ana Paula Fabretti Kreyci
  44. Ana Carolina F. Santos
  45. Tatiana Simões Christão
  46. ivoni amorim
  47. Janaína Carneiro
  48. Cristiane Jacques Maximo
  49. Mônika
  50. Taíse Mariane Zillmer
  51. Ana Flávia F. dos S. Chiarinelli
  52. eliene vila nova
  53. iracema
  54. Solange
  55. alessandra
  56. AMANDA LOPES MENON
  57. Denise Conceição Dias Silva
  58. Fabiane Ferrarde Prado Dutra
  59. Olivia Tsutsumi Ambrogi
  60. Sidineia Siqueira Barbosa
  61. Paulo
  62. Ellen
  63. Alicia Araujo
  64. Flavia Saad
  65. Gabriela Miranda
  66. Larissa Sanches
  67. Juliana Ribeiro de Barros Sene
  68. Graziella Machado
  69. Suzana Lorena Costa Frota
  70. Luisa Aranha
  71. Gisleine Ruth Villela de Alagão Querido
  72. Caroline Moisés
  73. Patricia
  74. Rafaela Corrêa do Carmo
  75. Viviane Silva Dossi Petri
  76. Priscila
  77. Mical Martins
  78. Thais Moraes
  79. Anna

 E a vencedora foi..

 

O vencedor será escolhido entre os inscritos pelo random.org. É preciso ter endereço de entrega no Brasil, e o prêmio será enviado pela Arte Surpresa depois que o vencedor enviar seus dados em até 3 dias após o contato. Caso contrário, um novo vencedor será escolhido.

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É da sua conta?

É da sua conta?

 

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Segundo o Ministério do Trabalho, cerca de 4 milhões de crianças e adolescentes trabalham no Brasil, seja de forma regular, a partir dos 14 anos como aprendiz em empresas, seja da maneira mais cruel, em garimpos, semáforos e prostíbulos.

Todos sabemos da gravidade da situação, da importância do brincar e do estudar. Mas quem é que entende a maneira como a criança foi trabalhar?

Glória Pires começou pequena sua carreira como atriz. Isso é trabalho infantil?

Aquelas criancinhas cantando na TV, adorando estar na mídia. Isso é trabalho infantil?

O menino que trabalha passando informações para o tráfico em troca de um tênis de marca que ele jamais ganharia com o trabalho dos pais. Isso é trabalho infantil?

A menina que cuida dos irmãos mais novos para que os pais possam trabalhar e ter um vida mais digna. Isso é trabalho infantil?

O pequeno atleta que treina à exaustão. Isso é trabalho infantil?

O garoto que faz malabares no semáforo para bancar seu vício em alguma droga. Isso é trabalho infantil?

A menina que vende flores para ajudar na renda e se sentir mais parte integrante daquela família. Isso é trabalho infantil?

 

A questão vai muito além do ligar 100 e denunciar. É preocupante saber se aquele jovem, se aquela família terá um tratamento adequado pelo conselho tutelar. Se aquela criança não terá sequelas psicológicas por saber que sua atividade criou uma tensão no seio familiar.

É assunto para políticas públicas de educação, inclusão social, geração de trabalho e renda adequado para pais, regularização do trabalho para jovens a partir dos 14 anos, conscientização da população sobre a importância do tema.

É fácil meter o dedão na cara de um pai cujo filho trabalha e dizer que ele está errado. É fácil chamar a criança e dizer que ela deveria estar na escola.

Difícil é mudar a situação.

Por isso aderi à campanha da Rede Promenino da Fundação Telefônica, acreditando que o primeiro passo é a informação.

Não comprar nada que seja fruto de trabalho infantil, já que o comércio é principal foco desse tipo de trabalho, é uma boa forma de se apoiar a causa.

Eleger políticos que se importem com a causa, comprar produtos de empresas com ações voltadas à erradicação do trabalho infanto-juvenil e apoiar campanhas com o tema também são formas do cidadão consciente favorecer a infância e a juventude sadias.

O trabalho mingua sonhos, rouba a imaginação, ameaça a inocência da criança, tira a alegria dos nossos jovens.

Trabalho Infantil é da nossa conta!

* Reconheça

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Cheiro de gibi e um mergulho na infância

Cheiro de gibi e um mergulho na infância

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Aprendi a ler com os gibis da Turma da Mônica. Quem nunca?

Durante anos fui assinante e, mesmo depois de adulta, casada e, na época, sem filhos, comprava gibis. Meu marido até hoje guarda uma coleção de quadrinhos históricos. Quando a Turma da Mônica Jovem teve seu primeiro número lançado, lá estava eu na Bienal do Livro, na fila, com meu exemplar na mão. Não sou aficcionada por gibis, mangás e afins, mas sempre admirei o trabalho de Maurício de Sousa como formador de leitores cidadãos.

Esqueci de contar que minhas primeiras amizades virtuais se deram naqueles clubinhos de correspondência divulgados nos gibis. E olha eu aqui, mergulhada na hyperesfera… Tudo culpa do Seu Maurício.

Eis que a @huggiestdm convidou uma galerinha para conhecer a Maurício de Sousa Produções. Não sei como seria visitar uma fábrica de sonhos, mas posso ter uma ideia depois dessa experiência.

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Ali, o artesanal e o digital convivem em harmonia, assim como o trabalhar e o se divertir. Era possível ver o semblante de satisfação em cada funcionário. Colaboradores novos e de décadas trabalhando juntos, em equipe, sempre com a mesma conversa de que adoravam trabalhar ali. E acho que foi por isso que não nos levaram para conhecer o departamento de RH: certamente eu iria pedir para preencher uma vaga de qualquer coisa!

Voltando à visita, descobri que o processo de criação de um gibi é rústico, feito no papel, com lápis e nanquim. A digitalização só acontece nos finalmentes. Descobri que nem só de quadrinhos vive a MSP: lá estão os estúdios de animação e áudio, a criação de produtos e embalagens que envolvem a marca Turma da Mônica, a editora de livros e publicações, o departamento de arquitetura e engenharia de parques… Também descobri que Seu Maurício (é assim que o pessoal se refere a ele) parece se envolver em todas as partes do processo, sabe tudo o que acontece na empresa dele, é respeitado como um dirigente político, mas não deixa de demonstrar uma relação de cumplicidade com os funcionários. O maior exemplo disso é que nada, absolutamente nada, do que é publicado sob a marca Turma da Mônica sai sem o aval dele: de uma animação 3D a uma tirinha de jornal.

Tentar narrar a visita não vai dar a dimensão da magia do lugar. Procurei algum vídeo que pudesse mostrar o quanto a gente vira criança lá dentro. E esse foi o mais próximo que achei (reparem como o rapaz se derrete ao ouvir a voz da Mônica).

 

O final da visita foi um papo gostoso e descontraído com o próprio Maurício de Sousa e a aparição da Mônica (a filha legítima do homem), uma pessoa simpatissíma – que disse que eu estava ótima para 38 semanas! #murry –, baixinha, sorridente, mas nem um pouco dentuça ou gorducha. Ela também não deu coelhadas em ninguém!

Pela oportunidade de conhecer e rever blogueiros amigos e pela experiência mágica de viajar no mundo da Turma da Mônica, fica meu muito obrigado à @huggiestdm, à @MSPOficial e à @TurmadamonicaTM.

Confissão: Eu estava torcendo para a minha bolsa estourar e eu entrar em trabalho de parto ali mesmo, no meio da produtora. Pô, eu ia virar história em quadrinhos, certeza! Mas, como não foi dessa vez, vou deixar filhote nascer tranquilo e inscrevê-lo para a promoção Seu bebê no meu gibi 2.

 

As fotos são do Portal das Arábias, e aquela é a primeira tirinha do Maurício de Sousa, editada para caber na moldura. A original está aqui.

 

Existência delivery

Existência delivery

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Terceirizamos tudo. É fato!

Comemos a comida feita por outros, bebemos o suco feito por outrém, que um outro alguém “deliverou” à nossa porta.

Contratamos personal-tudo: para cuidar da saúde, da alimentação, da beleza, dos cabelos, das roupas, dos bichinhos…

Cuidar da casa, quem quer? Outra pessoa lava, passa, cozinha.

Vai casar? Contrata um organizador de eventos que agiliza tudo para o casal.

Vai fazer compras? O personal shopper compra tudo para você. Sua única diversão é fazer ã-hã.

Vai ter filhos? Além do obstetra, dos exames, agora contamos com pessoas que organizam, escolhem e compram todo o enxoval.

Nascem os filhos, e já temos profissionais que auxiliam na escolha da escola, nos deveres de casa. Aliás, tem que ser uma escola que cuide e eduque nossos filhos, porque a gente mesmo anda sem tempo de fazer isso.

Terceirizamos nossa vida emocional: o desabafo é feito nas terapias, assim como os problemas conjugais e familiares que são resolvidos no consultório, talvez até com a ajudinha de um tarja preta.

Ao mesmo tempo em que essa terceirização denota status e exclusividade, ela também nos deixa mais distantes da vida.

Tudo bem ter uma ajuda com uma coisa ou outra do dia a dia – mesmo porque não podemos ser suficientemente bons em tudo, nem ter vontade de fazer tudo –, mas passar adiante as relações sociais, o envolvimento com o cotidiano, a diacronia de nossas vidas, daí já é demais.

Terceirizamos momentos.

Abrimos mão de nos envolver com as coisas rotineiras, com a desculpa de ter mais tempo livre com a família. No entanto,  a contratação de serviços para tudo nos dá a falsa sensação de termos mais tempo para fazer as coisas.

Oras, cozinhar com a família não seria mais legal do que sentar e pedir uma pizza, vendo TV enquanto ela não chega? Não seria mais empolgante para os noivos ter aquela correria atrás dos preparativos pro casamento? Não é mais interessante sentar e ajudar seu filho com o dever de casa do que pagar um professor particular? Qual a graça de se esperar um filho e deixar um outro alguém escolher roupinhas e lençóis? Onde está a beleza de se aprovar ou recusar a escolha de outrém?

Terceirizamos as experiências de vida em busca de tempo livre e, mesmo assim, temos sempre a desculpa de que faltam horas para tudo.

Porque o tempo, senhores, é aquilo o que fazemos com ele.

Eu nem sabia que estava para à dar a luz!

Eu nem sabia que estava para à dar a luz!

parto

 

Eu pari há muito anos, antes mesmo de pensar em ser mãe. Era 9 de janeiro de 2006, quando entrei em trabalho de parto e escrevi Gênesis, que na verdade nem foi um post, foi só uma frase.

Eu nem pensava em ser mãe ou dona da casa naquela época. O “Cafofo da Mimi” era um lugar para eu escrever minhas crônicas, como O Telefone (que conta a história que um homem que atende a si próprio no telefone) e Pecado Capital (que fala de como as mulheres acreditam que precisam de produtos de beleza) – textos bem diferentes das coisas que escrevo hoje.

Até que em 2009, fui promovida ao cargo de mãe, parei de trabalhar, e escrevi este post aqui, contando o que aprendi com meu filho. Foi o marco da mudança no meu jeito de escrever. Deixei o caráter ficcional de lado, para fazer um blog tipo diário.

Daí o Cafofo fechou as portas, porque eu não era mais aquela Mimi: eu tinha me tornado uma Diiirce!

Então passei a falar sobre produtos que comprava, sobre receitas, sobre a rotina de mãe… Passei a seguir outros blogs, a tuitar, fazer amizades, acumular a louça na pia, deixar o filho por a casa de cabeça para baixo porque se o blog tá atualizado, é sinal que a casa tá uma zona!

E tô aqui até hoje!

Vou fazendo meus desabafos cheios de mau humor, vou contando as peripécias do meu filho, narrando as epopeias de uma mom@home (porque dona de casa é um termo meio pejorativo, vocês não acham?). Mas sinto saudades mesmo de deixar a mente viajar e criar ficções, como fazia antes.

Não entendeu nada? É que as meninas do Mamatraca convidaram a blogosfera materna para uma blogagem coletiva sobre o relato de parto do blog. Vai lá no blog delas para ler outros relatos!!!

Pecado Capital

Pecado Capital

Lembro-me bem de minha pré-adolescência — que na minha época ainda era infância. Minha mãe, minhas tias, minha irmã mais velha, todas concentradas na leitura de uma revista para mulheres: de Capricho à Marie Claire. Sempre tive acesso à leitura e , como toda boa menina, sempre folheava as revistas em busca de algo interessante. Na realidade, o que sempre me chamavam a atenção eram as propagandas tentadoras.

Anúncios de cremes embelezadores, firmadores, iluminadores, clareadores, autobronzeadores. Shampoos para cabelos secos, oleosos, semi-secos, oleosos na raiz e secos nas pontas, cabelos normais, cabelos rebeldes, cabelos tingidos ou quimicamente tratados. Creme sem-enxágue e com enxágue para dar mais volume, menos volume, para obter mais cachos, alisante, anti-frizz, frisante. Gel redutor de gordura localizada, celulite, estrias, vasinhos, aspecto casca-de-laranja. Tintura e shampoo tonalizante para loiras, loiras claras, loiras escuras acinzentadas, rubias, ruivas, ruivas acobreadas, morenas, de cabelos castanhos claros amendoados, castanhos escuros dourado máximo, negro ônix, blondor. Perfumes, colônias, emulssões aromatizadas, splashes. Desodorante antitranspirante, máxima proteção, proteção para o dia-a-dia, antimanchas, para meninas, mulheres, jovens senhoras e ladies. Absorventes, internos ou externos, com ou sem abas, coberturas secas, suaves, normais, com algodão, com seda, aerodinâmicos, noturnos. Sabonetes glicerinados, em creme, em gel, com proteção antibactiericida, extra-perfume, com cristais, com pétalas, esfoliantes, firmadores, com hidratantes, para peles sensíveis, para bebês, para peles morenas e negras, para orientais, para peles fotosensíveis, para qualquer tipo de pele.

Tentei nunca acreditar nesse tipo de apelo. Não achava que uma mulher de 30 anos fosse precisar de um anti-rugas última geração em gel para peles normais a oleosas com fator de proteção solar 20 rico em vitaminas B, D, X, Y, Z! Jamais acreditava que a lei da gravidade fosse tão rígida (que ironia) com as mulheres! Para que tantos tipos,tantas variações da mesma coisa? Um shampoo, um sabonete, um hidratante de vez em nunca já eram o bastante, não eram?

Não, não eram o bastante!!!

Bem-vinda aos trinta! Sua pele é mista, o cabelo oleoso na raiz e seco nas pontas, sua celulite é do tipo branquinha, sua gordura é localizada em forma de pêra, sua unha é quebradiça, você precisa de um hidratante para o dia-a-dia e outro para os dias de sol, quando também você vai precisar dos protetores: um para o corpo, uma para o rosto, um para o cabelo e outro para os lábios. Você deve ter uma coleção de perfumes, ums sem-número de shampoos e condicionadores, que obviamente devem ser revezados para o cabelo não se acostumar (ou cabelo ou você mesma?).

Hoje em dia, continuo lendo as mesmas revistas, com os mesmos anúncios. A única diferença é que agora eu acredito em todas aquelas mentiras que as meninas ainda são capazes de não engolir.

Beleza de Mãe

Beleza de Mãe

Vida de mãe é aquela correria. Mãe de bebê, então, nem se fale!

Se falta tempo para gastar nas prateleiras procurando por cosméticos, fica a dica para as mamis aproveitarem os produtos dos bebês. Siiiiiiiiiiiiim, além de cheirosos e levinhos, as coisinhas de bebê geralmente são hipoalergênicas.

Vamos lá!

Shampoo (Johnsons): Ótimo para tirar rímel e delineador dos olhos, já que não arde e é pouco detergente.

Óleo para bebês: Excelente demaquilante para peles secas e normais (oleosas, não). Depois de tirar tudo, lavo com sabonete e passo um hidratante. A pele fica beeeeeem macia. Também costumo por um pouco (2 colheres de sopa) no meu hidratante: deixa a pele mais macia, principalmente nos dias de frio.

Lencinhos umedecidos: Superpráticos, tiram a maquiagem de qualquer tipo de pele, dão uma garibada no rosto se não há onde lavá-lo. Também servem para higienizar as mãos. Sem contar que servem para a mesma coisa que os bebês: limpar as partes íntimas.

Hipoglós: A melhor coisa para tirar olheiras. Passe embaixo dos olhos antes de dormir e, pela manhã, lave bem a área. Pronto! Adeus cara de ressaca. Só testei com a original. A Hipoglós amêndoas eu uso para proteger as mãos antes de usar produtos de limpeza.

Bepantol: Além de cicatrizar tatuagens, também serve para hidratar as cutículas.

Higiapele: Serve como demaquilante. Para limpeza de pele é excelente: ferva água numa panela e deixe seu rosto próximo ao vapor por uns 5 minutinhos. Esfolie e passe o Higiapele. Pele limpinhinha e sem resíduos.

Talco: Sem tempo para lavar os cabelos e as raízes estão blaster oleosas? Passe um pouco de talco no couro cabeludo e escove os cabelos. Garantem mais uma horinhas antes de você lavar as madeixas adequadamente.

Sabonetes: Ótimos para lavar o rosto.

Lavandas e Colônias: Excelentes para banhos de banheira. Para quem não tem esse luxo (como eu), passe a colônia no corpo depois do banho, sem enxaguar, antes de se enxugar. Cheirinho bom e relaxante.

As dicas eu aprovo! Mesmo porque já testei todas!
Mas vale a pena lembrar que são dicas caseiras. Não fui aconselhada por nenhum dermatologista ou algo do tipo, hein.

Crianças sentadas ou hiperativas?

Crianças sentadas ou hiperativas?

É frequente a queixa de pais e professores acerca do excesso de energia das crianças. Nunca se constatou um número tão grande de hiperativos e desatentos como existe hoje. Mas acredito que o número de crianças e adolescentes portadores do distúrbio genético TDAH continua o mesmo. O que aumentou, na realidade, foi o número de sedentários.

E então você me questiona: mas hiperativo e sedentários não são exatamente o oposto? Depende, eu respondo. Se considerarmos uma criança sedentária e uma portadora do distúrbio, sim. Mas crianças sedentárias e crianças ativas sem TDAH para mim é o mesmo.

Antigamente as crianças gastavam sua quota de energia brincando nas ruas, com outras crianças, escalando árvores e muros, jogando bola, esconde-esconde, pega-pega, pula corda, rolimã, pega-ladrão. Hoje a quota de energia é bem maior, pois as crianças se consomem alimentos com mais açúcares e carboidratos (bolacha, salgadinho, refrigerante,…). Em contrapartida, elas não gastam mais energia no dia-a-dia. Elas se movimentam muito menos: vão de carro a todos os lugares, usam o elevador, brincam no espaço confinado dos apartamentos. Sentam-se para brincar a maior parte: brincam de ver TV (sentadas), de mexer no computador (sentadas), de jogar vídeo-game (sentadas).
Toda a energia se acumula, e é na escola, espaço mais aberto, cheio de crianças e estímulos, que elas encontram um lugar para gastar toda aquela quantia de açúcar consumida. Mas não podem. É hora de aula, conteúdo, e elas precisam ficar sentadas.
Para os pais, é muito mais cômodo deixar uma criança sentada em frente a TV, do que ficar de olho enquanto ela se diverte descobrindo gavetas e armários, jogando bola, correndo num parque. É muito fácil deixar a criança assistindo a um DVD portátil numa mesa de restaurante, do que familiares se revezarem nos cuidados e deixarem os pequenos gastar energia.

É, sim, mais prático. Mas na hora de dormir encontra-se um outro obstáculo; a falta de sono. Mas isso é assunto para um outro post.

Quiche de queijo coalho e cebolinha

Quiche de queijo coalho e cebolinha

E não é que ficou muuuuuuuito boa!

Primeiro você faz a massa com
2 xícaras de farinha de trigo
5 colheres de sopa de água gelada
2 colheres de sopa de manteiga

Mistura tudo, abre numa forma de 20X20cm, fura com o garfo, põe papel alumínio por cima (aperta sobre a massa) e leva à geladeira por uns 10 minutinhos.

Enquanto isso você preaquece o forno a 200°C por 10 minutos.

Coloque a massa para assar, com papel alumínio e tudo, por uns 10, 15 minutos. Até ela cozinhar, mas ficar branquelona. É tempo certo de você picar 
500g de queijo coalho
misturar com 2 ovos batidos
1 colher de sopa rasinha de tempero pronto (eu usei Fondor)
pimenta a gosto
1/2 xícara de leite
2 colheres de sopa de cebolinha

Já deve ter dado os 15 minutos da massa no forno, então você tira o papel alumínio e coloca o recheio de queijo. Devolve no forno, sem cobrir, por uns 15, 20 minutos, até ficar bem douradinho em cima e o recheio ficar firme (mexa a forma e veja se está líquido ou firme!).

Enquanto isso você põe a mesa, tira o avental, lava a louça (colher, copo medida, tigela) e PRONTO!

Não gastou mais de 50 minutos para fazer uma quiche deliciosa, bem caseirinha!

A odisséia do Moodle

A odisséia do Moodle

E fui eu me atrever a instalar o Moodle no meu site. Para quem não conhece, o Moodle é um AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) que permite criar cursos on-line, com direito a muitos, muitos recursos.

Em um dia, aprendi a mexer com FTP e instalar o “bichinho”. E não é que dá trabalho? Já re-instalei duas vezes. Mas sempre dá algum tipo de erro. E o SAC do UOL nem pra ajudar. Só sabem me mandar pro tutorial.

Mas não vou abandonar a idéia! Vou conseguir. Quero ver depois de instalado o que é que eu vou fazer… kkk Por onde começar???

Enquanto o arquivo está sendo copiado via Ftp por cerca de 1 hora e meia, vou me divertindo com os tutorias da vida.
E viva o opensource!
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