nojentas

Confira se você também faz alguma dessas 10 coisas mais nojentas

Antes de ter filhos, essas coisas de deixam com asco, ânsia de vômito. Depois de ser mãe, certas escatologias acabam se tornando parte do dia a dia. Confira agora as 10 coisas mais nojentas que só as mães são capazes de fazer!

1. Não saber se a mancha na sua roupa é de comida ou cocô: Você acabou de sair de casa e então se depara com uma mancha alaranjada na manga da sua roupa. Seria papinha do bebê? Ou foi você que esbarrou no cocô ao trocar a fralda? Na dúvida, você cheira. E não adianta muito. O jeito é limpar com lencinho umedecido e rezar para amancha sair.

2. Limpar catota de nariz de outra pessoa com sua própria mão: Tirar catota, por si só, é algo nojento. Limpar o salão de outra pessoa tende a ser mais asqueroso ainda. Não quando se é mãe! Limpamos ranhos e caquinhas com a própria mão, quando não sugamos a secreção para aliviar a congestão nasal (e viva os aspiradores nasais!).

3. Comer resto de comida de filho: Seu pequeno come um biscoito, uma bolacha, uma fruta, e, de repente, ele decide que não quer mais. Sem ter um lixinho por perto, um guardanapo, mas impossibilitada de sair descartando a guloseima mordida e babada, você cogita jogar no chão mesmo, mas suas boas maneiras falam mais alto. O jeito é enfiar o treco gosmento goela abaixo e ser feliz!

4. Limpar vômito de outra pessoa: Está aí um negócio que dá vontade de vomitar… vômito. Aspecto péssimo, cheiro nauseabundo (gastei o verbo agora), mas o que é pior que vômito de filho? É vômito de filho pisado e espalhado pela casa. Um filho vomita, você corre enfiá-lo no chuveiro, manda os outros filhos para outro canto e quase isola a área suja com aquelas fitas pretas e amarelas de investigação policial. Daí você cuida da criança que ficou no chuveiro, acalma (você e ela), coloca-a limpa e trocada para descansar com os outros irmãos, e só aí vai limpar a caca no outro ambiente. Ninguém pode fazer isso por você, sinto muito. Negócio é tapar o nariz, caprichar no papel toalha e no desinfetante, e torcer para nenhuma jatada aparecer de novo.

5. Limpar uma sujeirinha no rosto do filho com cuspe: Qualquer animal dá lambidas fe-lo-me-nais nos seus filhotes. E nós não poderíamos ser diferentes. Só que lambemos a pontinha dos dedos, com discrição, e esfregamos na cara de filho, seja para tirar ramela, resto de comida, sujeira no canto da boca… Até eles crescerem e dizerem que isto é nojento.

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6. Acordar molhada de xixi de outra pessoa: Você acorda numa pocinha meio morna e até acha gostoso, até se ligar que está molhada de um xixi que não é seu. Dizem até que xixi de filho é abençoado e coisa e tal. Mas é urina, é excremento e é nojento.

7. Não perceber que sua roupa está cheirando leite azedo: Então chega um ponto da maternidade que você nem nota mais o cheiro de leite azedo, seja do seu sutiã, seja da golfada do bebê. E geralmente você só se dá conta do mico quando está fora de casa, longe de qualquer peça de roupa limpa ou mesmo ou perfumezinho para disfarçar.

8. Cheirar um bumbum para ver se tem cocô: Quem nunca conferiu a bunda de filho com uma cafungada não sabe o poder olfativo que uma mãe tem. Porque dá trabalho desabotoar 56578 botõezinhos do macacão, mais body e tirar mijão, conferir que não tinha cocô e colocar tudo de novo. O esquema é treinar o olfato para reconhecer cocô de filho. Com o tempo você consegue distinguir o cheiro do cocô do seu filho no meio de uma festinha infantil, quando há muitas bundinhas cagadas passeando.

9. Catar brinquedos e outros objetos de dentro da privada: Criança tem uma atração louca com água de privada. Eu mesmo sou motivo de chacota na família porque virava e mexia era pega brincando no vaso. Não obstante, as crianças levam seus brinquedos para a piscina, laguinho, praia ou qualquer outro cenário que envolva água. E lá vai a mãe enfiar a mão na privada para desentupi-la. Isso ou corre-se o risco de ter que desembolsar uma grana com um desentupidor.

10. Investigar o cocô alheio: Cocô de bebê é meio que fissura de mãe. No começo, acho que averiguamos quantas variantes nosso leite pode assumir depois de passear pelo organismo do bebê. E qualquer coloração estranha é motivo de desconfiança. Depois começamos a conferir se todos os alimentos ofertados sairam, e se o bebê não engoliu nada estranho. Ver cocô de bebê é quase como observar nuvens. Só que com cheiro.