Jantar em família – OK!

Almoço em família – OK!

Café da manhã em família – Como?

 

A gente sabe que o café é importante para nós e para as crianças, mas é tanta correria, que a gente sempre acha uma desculpa para não fazê-lo adequadamente, em prol de mais cinco minutinhos na cama.

Daí que eu, na dificuldade em fazer meu filho comer direito – quem não? –, encarei o desafio de implantar o café em família.

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Durante uma semana, me comprometi a fazer café da manhã e postar na rede, aguando a boca de muita gente. Se depois dessa semana eu não visse bons resultados, abandonaria a tentativa de um novo hábito.

O resultado? Pessoas mais dispostas, criança comendo melhor.

Adotamos também a máxima do “tomar café como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um mendigo.”. Tomando um bom café, tudo ficou mais fácil. E também aumentamos a ingestão de frutas, já que sempre colocava uma à mesa, prontinha para ser beliscada.

Acho que as fotos inspiraram muita gente a oferecer um café de responsa. E o intuito deste post é o mesmo.

Perder meia horinha de sono vale a pena: ganha-se disposição, saúde e mais um momento de família reunida.

Porque além de ser um desjejum, o café da manhã se tornou um momento de conversarmos como será o dia, apresentar a rotina pro pequeno (o que lhe dá mais segurança e senso de proteção) e desejar bom dia ao outro de barriga cheia!

Valeu a pena, entrou na agenda!

Café da manhã: OK!

Tudo bem que vira e mexe a bebê  interrompe tudo com seu choro, mas é que ela também quer garantir seu café em família.

Acompanhe minha evolução:

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Dia 1: Atraso logo no primeiro dia. Esquentei chipas do dia anterior (que ficaram mais crocantes). Cortei o bolo de fubá e servi num pratinho. Apresentação é tudo.

 

 

 

 

 

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Dia 2: #Fail. Mesmo com a mesa posta, marido se recusou a comer. Daí a Lorena aproveitou e abriu o berreiro na hora do café. Conclusão: Nicolas tomou café sozinho, e eu depois. Desistir, jamais!

 

 

 

 

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Dia 3: Como a filhota madrugou, aproveitei e fiz um bolinho simples, com pão na chapa. Marido desacreditou no bolo e tomou o maior café. Nicolas também se empolgou. Pra colar na geladeira: Apresentação legal e variação do cardápio são a chave do sucesso.

 

 

 

 

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Dia 4: Mesa posta com café com leite e torradas, suco e bolacha. Chega o Mickey Mouse e rouba a cena. “Quero comer na minha mesinha vendo o Mickey!”. Escolhas, independência… faz parte do processo!

 

 

 

 

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Dia 5: American way! Fiz panquequinhas para comer com manteiga, frutas e geleia. Marido picky-eater-mor nem experimentou. Nicolas comeu só a massinha. Já eu, a boa de garfo…

 

 

 

 

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Dia 6: Suco fresquinho (sempre rejeitado pelo filho) e o trivial. Juro que queria entender pq meu filho se recusa a comer o q eu preparo, preferindo o industrializado. Ah! E tivemos visita no café: Chiquito!

 

 

 

 

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Dia 7: Café de domingo, com frios, pão fresquinho, broinha de fubá. Uma semana que deu para aprender que não precisa servir café de hotel. Dá para fazer uma coisa simples todos os dias. O segredo é se organizar, fazer uma apresentação bacana e variar. Vale até deixar a mesa posta na noite anterior. Vale comprar pronto, vale servir um industrializado. Só não vale se culpar por não ter frutas orgânicas, bolo integral e pão caseiro todos os dias!