O dia do rock foi ontem, 13 de julho, mas eu não poderia deixar de mencionar esta entidade querida que me acompanha vida afora.

Alimentada com o puro leite da caixinha e muito roque en rol, cresci ouvindo Black Sabbath, Iron Maiden, Kiss, Scorpions (bandas favoritas de mamãe e papai). Aos 8 aninhos, participei do meu primeiro show. Palavra Cantada, uma ova! Papis e mamis me levaram para curtir um Cabeça Dinossauro de Titãs.

Passei, sim, por aquela fase ordinária de É o Tchan e “Eu só quero é ser feliz”, e também curti muita baladjenha puts-puts nesta vida, mas as raízes estavam lá: no fundo eu curtia um Pearl Jam, um Sepultura, um Nirvana…

Fui grunge e acho que sou até hoje: gosto de roupa folgada, de camisa xadrez, de tênis surrado, de cabelo bagunçado.

Muita gente acredita que a formação da placenta durante a gestação consome os neurônios que te fazem gostar de rock, visto que as pessoas te acham meio doida quando você encara um show do System of Down grávida. Quando se opta pela carreia de CEO em atividades materno-domésticas, então, parece que você precisa entrar no mundo do pagodjenho.

Tô fora!

Pensando nisso, ontem, no dia do Rock, publiquei na fanpage do diiirce uma série de imagens para provar que roqueiros também amam são gente e, melhor, também são diiirce.

Então, curtam, compartilhem, e feliz dia do rock, porque todo dia é dia dele!

ozzykelly

queen

Untitled-1

rhcp