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Desistir de ser mãe é algo impossível. Por mais que se abandone os filhos, a maternidade não sai nunca mais de você.

Existem poucas coisas na vida das quais não se pode desistir, nem voltar atrás. Ser mãe é uma delas.

Por mais árduo e estressante que seja, não dá simplesmente para desistir de ser mãe e largar um filho.

Ninguém fala isso para a gente durante a gestação: que vão existir momentos difíceis, que você vai ter vontade de sumir, que você vai se sentir a pior das mães, a mais incapaz das pessoas. Que vai dar vontade de desistir e de sumir do mapa. Dias em que nada dá certo, a paciência dá lugar aos berros.

Mas é real. Nem tudo são flores na maternidade. É osso, é pesado, exige até sua última gota de sangue.

E não há nada que você possa fazer senão encarar a jornada.

A palavra é essa: jornada. Porque é um caminho longo, em que vale mais a pena seguir adiante do que voltar para trás. Aliás, não dá para voltar atrás.

Não dá para enfiar o filho de volta na barriga e esperar ele se dissolver lá dentro. E mesmo se isso fosse possível, você não seria mais a mesma depois da intensidade da experiência de gestar e ver nascer um filho.

<<Eu vou contar até 10!>>

Aliás, você não voltaria atrás. A maternidade é muito intensa em todos os sentidos: se é pesada por um lado, por outro, a alegria de ver um filho crescer, de ver brotar um sorriso no rostinho dele cada vez que ele te vê, cada bom dia e boa noite recebido… São alegrias sem tamanho na correria da vida de mãe.

E  se não dá para desfazer o processo, o negócio é encarar!

Se der medo, vai com medo mesmo.

Se estiver com sono, vai com as pantufas.

Se faltar paciência, vai contando até 10.

Você jamais desistirá de seu filho, e é isso o que te faz a melhor mãe do mundo para ele.