Você ainda vai pensar nisso hoje: O que eu vou dar para meu filho comer?

Na hora de pensar o que dar para meu filho comer, só não posso esquecer do carinho, que é o que vai fazer a diferença.

Todo dia é assim: você já acorda apressado, tomando um café da manhã (quando toma) que não era o que você sonhava para a família. Trabalho, escola, mercado, mil afazeres e preocupações na cabeça, e ainda todo dia temos que pensar “o que eu vou dar para meu filho comer?”. Tem que ser prático, tem que ser saudável e não pode pesar no bolso. E também não pode ser a mesma coisa todo dia. Pensar no que preparar nas refeições, às vezes, é mais cansativo do que o próprio preparo. Se você já se sentiu assim, confira a dica que eu vou dar hoje.

Já disse aqui no blog (O dissabor maior da dona de casa) que pensar no que fazer para comer é uma dúvida que desanima as mães (e os pais que pilotam fogão). Esse negócio de cozinhar exige muito mais do que habilidades culinárias. Tem que ter noção de administração, economia, agricultura, gastronomia e marketing. E você achando que era só assistir o programa da Palmirinha…

Quando a gente pensa no que eu vou dar para meu filho comer, é preciso, antes de mais nada, pensar na saúde. Como mães, provedoras do primeiro alimento, o peso da alimentação tem uma carga emocional muito grande para nós. Ao selecionar e variar os nutrientes e as vitaminas a cada refeição, colocamos um tanto de amor na preparação. Preocupação com a saúde dos nossos filhos. Não pode ter muito sódio, nem açúcar, nem gordura, tem que ter cálcio, ferro, vitaminas, zinco… Temos que suprir as necessidades das crianças para que elas possam crescer e aprender com saúde.

Por aqui, de nada adianta mil pratos diferentes: o paladar das crianças é bem restrito. E se eu quiser apresentar um novo alimento, é preciso uma estratégia de marketing de guerrilha para convecê-los a provar algo diferente.

Assim, aquela variedade de pratos que poderíamos oferecer nas refeições, se restringem aos poucos pratos que botamos na mesa no dia a dia. Percebe que não é tão simples assim escolher o que eu vou dar para meu filho comer?

Nem sempre estamos com paciência para cozinhar, nem sempre temos tempo para ir às compras, nem sempre conseguimos combinar os nutrientes da maneira adequada, nem sempre nosso bolso ajuda nas escolhas. Assim, acabamos no trivial, no garantido, e limitamos a oferta de vitaminas e nutrientes que nossos filhos precisam para crescer e aprender com saúde e energia.

Acertamos num dia, e erramos em outros.

Num dia brigamos para que o filho coma, no outro ele repete o prato.

Essa é a magia da cozinha. Mas só uma coisa não pode faltar à mesa: o amor no preparo. Seja o almoço de domingo ou o lanchinho da tarde, é o carinho das suas mãos que vai fazer a diferença. Por que a pergunta “o que eu vou dar para meu filho comer?” vai existir para o resto da vida. E o segredo da resposta só está em suas mãos.
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Para ajudar as mães com uma ótima opção de alimento, a Danone criou Milnutri Cereal Infantil, o mingau da Danone (www.milnutri.com.br).

Milnutri Cereal Infantil é um mingau com nutrientes que ajudam seu filho a crescer e aprender¹, combinando cereais e frutas com as principais vitaminas e minerais que ele precisa.  Crescer porque tem um mix exclusivo de vitaminas do complexo B, que fortalece o organismo da criança, e cálcio e vitamina D que ajudam a reforçar os ossos e dentinhos do seu baby. E aprender porque combina o Iodo com o Ferro, que ajuda no desenvolvimento cognitivo. Além de ter zero de sódio no cereal em pó, o Milnutri Cereal Infantil é o primeiro e único do mercado que tem uma versão sem adição de açúcares na fórmula.

Além disso, conheça também a Promoção Escolinha Garantida de Milnutri Cereal Infantil, que irá sortear 10 bolsas de estudos no valor de 5 anos de escolinha para o seu filho, e mais 1000 prêmios instantâneos!² Saiba como participar e confira os regulamentos no site: www.promocaomilnutricereal.com.br

Este é um post publicitário da marca Milnutri.

¹ Carter RC e col. Pediatr, 2010; Domellof e col. ESPGHAN, 2014; Iodine status worldwide. WHO, 2004; Padovani RM e col. Rev Nutr Campinas, 2006; Human Vitamin and Mineral Requirements. FAO, 2001; Fox MK e col. J Am Diet Assoc, 2006; Butte e col. J Am Diet Assoc, 2004.

²Certificados de autorização CAIXA nº 5-0299/2016 e 4-0301/2016.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA: APÓS OS 6 (SEIS) MESES DE IDADE CONTINUE AMAMENTANDO SEU FILHO E OFEREÇA NOVOS ALIMENTOS.

CONTÉM GLÚTEN.

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One comment

  1. Recomendar implicitamente q um ultraprocessado seja uma alternativa de se alcançar o aporte nutricional na alimentação de uma criança? Que feio. Deixo de seguir o blog.

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