O bebê cresceu: o que a gente procura no Google agora?

meu bebê cresceu

Vou contar para vocês como foi que surgiu a ideia do blog.

Eu sempre escrevi. Desde que aprendi. Nunca mais parei. Daí tive filhos e me vi sem trabalhar e com a cabeça fervilhando de dúvidas e ideias. Comecei com umas amigas num blog coletivo, depois passei a seguir perfis que testavam coisas para unhas e produtos de bebê. Pensei: Vou testar coisas do meu dia a dia e dar dicas em vez de fazer só uma resenha.

Assim nasceu o diiirce. Se você quiser saber a origem do nome, eu contei neste post aqui.

Com o tempo comecei a ver que as pessoas na verdade estavam com seus bebezinhos ou grávidas, cheias de dúvidas, assim como eu. Então passei a contar minha experiências como forma de ajudar outras mães.

Daí percebi que nem só isso ajudava: as mães gostavam de desabafar, de se identificarem com problemas e as angústias que a maternidade provoca na gente. Daí comecei a abordar isso com muito bom humor. Porque o assunto é sério, mas não precisa ser chato.

Daí que vi que minhas experiências já não eram mais tãããão sobre bebês.

E também comecei a perceber que as mães com filhos mais crescidinhos não ficam toda hora no Google digitando “é normal o bebê…”. Daí caí numa rede de dúvidas: Será que a gente já tinha entendido aquele bebê? Será que a gente já não se importava mais tanto com aquela criança? Será que a gente já tinha as respostas para tudo? Será que a gente estava cansada de procurar? Será que a ficha caiu que não tem resposta pronta para as coisas?

Sim e não para tudo. 

As crianças crescem e a gente consegue pensar um pouco mais na gente – pouco, bem pouco kkkkk -, consegue refletir sobre a vida. Os filhos crescem e a gente não precisa mais dar de mamar e fazer papinha. A gente tem que ensinar a fazer xixi sem molhar a tampa (acho que daqui uns 27 anos eles aprendem) e porque não se deve falar com estranhos.

Ensinar é mais complexo que cuidar. Não tem um “como fazer” nas páginas do Google, porque a realidade de cada um é diferente. É claro que cuidar exaure, exige corpo e alma, mas é um “trabalho” mais automático do que reflexivo.

A busca do “é normal o bebê…” vira “será que estou fazendo certo?”.

O tempo é nosso inimigo nessa empreitada de educar.

E o tempo é nosso inimigo nessa empreitada de educar. Num piscar de olhos, nossos filhos já saem sozinhos, já falam palavrão e passam a ter segredos que eles não querem dividir com a mãe.

Independentemente da idade do seu filho, eu quero saber de vocês as dúvidas que deixam de vocês de cabelo em pé. Quais os problemas que uma mãe de crianças de 3 a 90 anos pode ter? Que passo a passo poderia ter aqui? 

Prometo que não tratarei essas dúvidas com aquele tom “doutor sabe-tudo”. (Até porque eu não sei porcaria nenhuma. Só divido minhas experiências. Eu aprendo mesmo é com as histórias de vocês!) Educação é uma palavra muito pesada, é muito caga-regras. Educação parece que é tudo muito certinho.

Prometo abordar os temas com meu típico bom-humor, com muita praticidade, temperado com vida real. Afinal de contas, psicólogos, pedagogos, filósofos dão uma aula incrível de como educar nossos filhos, mas na prática a gente sabe que as coisa não funcionam bem assim. Que os pais se cansam, se culpam, os filhos se cansam, desistem…

Então bota aqui nos comentários: O que é que está pegando na sua vida de mãe/pai atualmente?

Beijo, e até quando der!

 

One comment

  1. Olá querida,
    Realmente, as crianças crescem e as questões mudam!
    Acho interessante abordar a questão da convivência (e brigas) entre irmãos, a questão da administração do tempo para trabalhar e dar atenção às pessoinhas, talvez alguma coisa sobre como o casamento muda depois de 1, 2, 3 filhos!
    O que você acha desses temas?
    Ah! Dicas de jogos, livros e atividades bacanas também são legais!
    bj

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