Novas Formas de Viver

Cada família tem seu formato, sua cultura, que celebra o amor e a segurança de maneira única.

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O post de hoje vem embalado pelo papo incrível sobre novas formas de viver que rolou no último Starbucks at Home Weekend.

Todas as manhãs, os lares se enchem com a energia de uma xícara de café preparada com carinho. O combustível que nos revigora para um novo dia vem harmonizado com beijos de bom dia com desejos de que tudo corra bem.

Essa pode ser a cena da sua casa, da minha, de qualquer um. Lar é onde o nosso coração habita e onde a gente se sente seguro.

Novas formas de viver no Home Festival Starbucks at Home

Muito se fala sobre os novos formatos de família e diversidade, mas confesso que me vi muito crua sobre o assunto da diversidade familiar. Mediado pela Laura Vicente o bate papo trouxe Patrícia Camargo (do Tempo Junto), Helen Ramos (do HelMother) e Onika e Luiz Augusto (um casal trans).

Quando a gente é privilegiado na sociedade de alguma maneira, fica difícil a gente enxergar pela perspectiva de quem tem um pouco (ou muito mais) dificuldade para conseguir realizar as mesmas coisas que a gente. Das novas formas de viver com a mãe solteira que precisa se explicar o tempo todo ao casal trans que deseja ter um filho.

Famílias Modernas: a diversidade

Mas como disse Patrícia Marinho, graças à internet a gente pode ter acesso a mundos bem diferentes do nosso – coisa que seria praticamente impossível sem nossa exposição digital. Pessoalmente, me encantei com a Onika e o Luiz Gustavo, mas foi pela internet que busquei mais sobre o casal e acabei mergulhando num mundo trans cheio de medos e incertezas, mas com muito orgulho e sinceridade. Como o meu, como o seu.

E faço das palavras de Helen Ramos, a HelMother, minhas palavras: a gente precisa se unir para “cortar esse mato” e fazer do mundo um lugar melhor, com mais respeito. Respeito por quem pensa diferente, por quem vive diferente. Não é preciso viver a vida dessa pessoa, fazer à maneira dela, mas apenas respeitar escolhas que divergem das nossas.

Dar a voz às famílias que precisam ser ouvidas

Por não terem voz na sociedade, os menos privilegiados precisam de nós para serem ouvidos. De nada adianta o esforço das minorias, se a gente não estiver disposto a ouvi-las e respeitá-las como seres humanos que somos.

Para começar, não precisamos ir muito longe. Isso pode se dar na nossa família mesmo, fazendo o exercício diário de observar nossas pequenas diferenças. Aceitando a diferença entre irmãos, ouvindo o conselho da mãe e da sogra que criaram filhos num mundo sem tantas comparações, sem tantas cobranças.

Sempre temos algo a aprender com quem é diferente da gente. SEMPRE!

Assim como um café nos traz aquela dose de conforto e energia ao longo do dia, nossa família é o nosso refúgio. Não importa a maneira como essa família se constitui, mas é, como disse um dos meus filhos, “onde mora o amor”.

Novas formas de tomar café

Esse post foi criado após o Talk Novos Formatos de Família que rolou no Home Festival Starbucks at Home, um evento cheio de bons assuntos e muita gente interessante, que a Starbucks at Home vem organizando. Confira aqui as próximas edições do Home Festival e, enquanto elas não chegam, aproveite para tomar aquele cafezinho da Starbucks at Home e pensar um pouco sobre diversidade e novas famílias.


Starbucks at Home é um lançamento, fruto da parceria de Starbucks com a Nestlé, que investiu pelo direito perpétuo e global de comercialização, exclusivamente no varejo, de produtos com a marca, com exceção das cafeterias Starbucks. A linha já está disponível nos principais supermercados de São Paulo. Mais informações estão disponíveis no site de Starbucks at Home ou pelo Instagram @starbucksathomebr.

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