Como sobreviver ao parquinho

 

Publieditorial: 

Ir ao parquinho com as crianças parece um passeio incrível,

em que os pequenos vão gastar todas as energias e você poderá se distrair ao ar livre. Essa é a expectativa. Na verdade, na prática, a coisa rola de outro jeito. Uma simples ida ao parquinho com as crianças pode conter mais adrenalina que fazer rapel num local inóspito. Mas a gente sobrevive!

O esquema todo começa antes de sair de casa. As crianças devem estar com roupas confortáveis e em camadas, porque com o corre-corre, elas vão querer tirar a roupa. Os sapatos também devem ser confortáveis e com um certo tempo de uso, pois no parquinho tudo pode acontecer – de uma poça de lama a um suco de uva derramado.

Separe alguma comidinha e bebidas, mesmo se você planejar ficar apenas meia horinha. Em “meia horinha”, seu filho estará “morreeeeeendo de sede” e “não aguentando mais de taaaaaaanta fome”. Uma garrafinha de água não pode faltar, já que água mata sede, lava a mão e pequenos ferimentos, se não houver torneira por perto. E a comidinha tem que ser do tipo que dá para dividir, pois há sempre um amiguinho por perto. Biscoito de polvilho, pipoca, são sempre boas ideias. É importante levar também lencinho de papel ou lencinho umedecido para alguma emergência.

Decida com as crianças se no passeio vocês levarão brinquedos, e escolha sempre algo que não seja de estimação, porque no parquinho ele pode ser arremessado para longe, perdido, esquecido (aff, já tô deprê com olhos marejados pensando na tristeza desse brinquedo em ter sido abandonado). A mamãe pode levar um livro ou uma revista. Isso não significa que você vai ler. No parquinho a gente passa boa parte do tempo de olho nos filhos e falando “cuidado!”, mas é possível ler alguns títulos e ter um assunto para conversar com as outras mães do local. O celular é imprescindível, porque no parquinho sempre surgem boas fotos, mas a selfie linda da família deve ser feita ainda em casa, porque ao chegar no playground, as crianças ficam ensandecidas correndo como se não houvesse amanhã.

Antes de sair de casa, leve todo mundo ao banheiro 3 vezes. E, mesmo assim, a possibilidade de alguém querer fazer xixi depois que estiver no parquinho é proporcional à falta de banheiro: quanto mais faltar banheiro, maior a vontade de usá-lo.

Depois de tudo isso, pegue sua mala de viagem, e vamos ao parquinho!

Chegando lá, procure uma sombra, num local estratégico onde você possa se acomodar e ficar de olho em todos os pontos onde seus filhos brincarão. Antes, porém, dê uma verificada nos brinquedos e nos possíveis riscos e converse com as crianças: “Olha, perto deste escorregador tem um cocô de cachorro, cuidado para não pisar. Não mexam nas bitucas de cigarro perto da balança.”

Fique ali por quanto tempo conseguir, invejando a energia das crianças, até a bateria do celular começar a ficar com a carga fraca, ou até quando algum filho ralar o cotovelo ou o joelho no chão. Parquinho é sinônimo de diversão, de aprendizado, de queima de energia, mas também é um lugar de testar limites, e vez ou outra vai rolar um machucado. Faz parte da infância. (Leia: Por que deixar as crianças se arriscarem faz bem para elas?)

Quem nunca ficou com o ralado do joelho grudado na calça? Quem nunca perdeu o curativo do cotovelo de tanto mexer o braço? Mas alguns anos se passaram, o mundo evoluiu e a tecnologia criou curativos modernos para o dia a dia. A Nexcare, linha de cuidados pessoais da 3M, empresa que busca soluções criativas para nosso dia a dia, tem curativos superflexíveis que permitem a transpiração, aderem sobre a pele úmida e que acompanham o movimento do corpo. São ideais para aqueles machucados no joelho, cotovelo e nos dedos. Essas coisas tão comuns na vida da gente, mas que não podem atrapalhar nosso dia a dia. Afinal, criança não sossega um minuto, e a brincadeira não pode parar.

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One comment

  1. Ir pro parquinho é uma aventura ANTES, DURANTE E DEPOIS.
    Adorei as dicas para ir e curtir.
    beijossss

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