Novas Jeitos de Morar: a casa conectada

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A casa conectada também é um lar.

Quando a gente pensa em casa conectada, pensa logo naquela geladeira que faz compras pela internet quando algo acaba ou um sistema que liga e desliga tudo de acordo com nossas preferências.

Mas foi num bate-papo incrível sobre esse assunto que percebi que nossa casa é muito mais tecnológica do que parece. Mediado por Laura Vicente, ouvimos e refletimos muito com a jornalista Mônica Salgado e o especialista em automação George Wootton.

Praticidade no dia a dia

Enquanto as caixas de som inteligentes não viram moda no Brasil, podemos nos desbravar com o mundo da tecnologia a favor do serviço de casa com apps e equipamentos que nos ajudam muito desde contratar uma faxineira online até a programação da nossa agenda diária.

A casa conectada não é bem a casa dos Jetsons que a gente imaginava quando criança, mas chega perto: em vez de botões, telas automatizam equipamentos que a gente domina bem.

Casa conectada precisa ser complicada?

A verdade é que presenciamos um grande buraco entre gerações, por isso existe esse deslumbramento com a tecnologia que muitas vezes mais complica do que ajuda. Até a década de 80, as pessoas ainda tinham a curiosidade em desmontar e remontar coisas, tentar consertar. A fugacidade dos aparelhos eletrônicos que emergiu a partir dos anos 90 e a falta de habilidade em montar e desmontar, criou uma geração que só sabe automatizar, não importa se a automação é inteligente ou não.

Casas conectadas e o bate papo que roulou durante o Home Festival Starbucks at Home

Mas uma casa cheia de inovação é um elefante branco se não houver inteligência humana por trás das boas escolhas. De nada adianta uma cafeteira automática incrível se o pó não foi bem escolhido por quem vai beber. E qual a razão de se colocar lâmpadas e cortinas inteligentes, se é preciso desbloquear a tela de um tablet, digitar a senha do app e aí fazer o que o bom e velho interruptor faria?

Por isso é que especialistas dizem que dominar uma linguagem de programação será tão importante nos próximos anos. Em breve, precisaremos programar as funções da nossa casa em apps e ensinar máquinas a fazerem aquilo que queremos.

Máquinas dominando o mundo?

Pode soar assustador quando falamos de aprendizado de máquinas – parece que surge à nossa frente robôs com vontade própria. Ou então uma insegurança absurda quando temos que instalar ou configurar um equipamento eletrônico com medo de fazer algo errado. Quem nunca?

Como falei nesse post sobre novos jeitos de viver, agora existem novas formas de morar, e definitivamente será preciso sair de nossa zona de conforto e aprender a lidar com a tecnologia. Ou corremos o risco de nos tornarmos ultrapassados em nossos pensamentos.

Otimizando nosso valioso tempo

Depois de programar as máquinas para fazer o serviço de casa, aproveite para curtir a tranquilidade da sua casa conectada saboreando um café da linha Starbucks at Home, escutando uma playlist feita especialmente para esse momento em que a gente precisa se desconectar um pouco. Tem horas que só estando no conforto de nosso lar é que a gente consegue de fato relaxar e aproveitar a vida.


Esse post foi criado após o Talk sobre Casas Conectadas que rolou no Home Festival Starbucks at Home, um evento cheio de bons assuntos e muita gente interessante. Confira aqui as próximas edições do Home Festival e, enquanto elas não chegam, aproveite para tomar aquele cafezinho da Starbucks at Home enquanto a máquina faz o serviço de casa.

One comment

  1. Parabéns muito boa a matéria. A tecnologia em prol do nosso viver bem.

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